domingo, 15 de novembro de 2009

Honrosa Esquadrilha da Fumaça encantando os potiguares. 15-11-2009





Neste dia, no céu azul das praias do Forte, do Meio e dos Artistas, os aviões trocaram energias com o público, tendo em vista que a cada razante que os pilotos efetuavam, os cidadãos presentes se emocionavam e assenavam, enquanto outros paralisados com tanta beleza apenas observavam as manobras. Com as suas acrobacias que transparecem uma certa "ginga brasileira", os pilotos embelezaram ainda mais a nossa região que durante a 2 Guerra mundial foi o "Trampolim da Vitória" onde o Rio Potengí se tornou um "Pai " para as asas aliadas. Foi com grande emoção que assistí juntamente com a minha pequenina irmã Karen Vitória, esta bela e orgulhosa apresentação efetuada sobre as nossas praias e a Fortaleza dos Reis Magos.
Apesar de tudo, sempre acreditarei em tí, a tua beleza denuncia o teu potencial.
Viva o Brasil!

sábado, 26 de setembro de 2009

Homenagem aos Veteranos da FEB - Natal/RN




Canto do Mangue - Natal/RN - 26/09/09

(Para melhor visualizar as imagens, clicke nas mesmas)


Força Aérea Francesa em Natal/RN - 26/09/09

Pilotos fazendo um coração

Aviões franceses sobre a Fortaleza dos Reis Magos


Aviões franceses colorindo o céu sobre o Rio Potengí e a Fortaleza dos Reis Magos.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Hino da Independencia do Brasil

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7 de Setembro - 187 anos da Independência do Brasil - Natal/RN

(Muitos Potiguares estiveram lá e a Cobra fumou! - FEB)


(FEB)


(FEB)


(Exercito brasileiro)


(Exercito Brasileiro)


(Meu Caro Rubério, como um bom historiador também estava registrando os fatos, porém, a partir do carro das Nações Unidas)


(Escolas públicas e privadas desfilaram na Av. Prudente de Morais. Na foto: Representantes da Escola Atheneu)


(Eu e as crianças)


(Trabalhador brasileiro à espera do inicio do desfile cívico)

domingo, 6 de setembro de 2009

E por aí no mundo...

continuação...

(Clicke na imagem para melhor visualizar)

Jornal Tribuna do Norte - Publicação: 06 de setembro de 2009 às 17:23


- Será que ele imaginou isso um dia? rs

Trecho de uma matéria do programa televisivo Arquivo N - Palestinos x Israelenses

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Apenas um trecho desta matéria.
Com certeza um dos fatos mais intrigantes da História.

"Onde está a chave do conflito?"

"[...] O sentimento de ser pobre, injustiçado e sem saída tem sido terreno fértil para outro componente explosivo no Oriente Médio, religião.[...]"

Trecho da matéria da Globonews - Arquivo N - Palestinos x Israelenses


"[...] As milícias sionistas [...] começaram a invadir as aldeias palestinas, expulsando a população, para que aquele território em que a ONU delimitou para o Estado de Israel, fosse varrido da população Árabe [...] Então, essa incursão dessas milícias, elas levaram a expulsão por medo, aterrorizando a população, massacrando, houve 31 massacres de 1947 para 1948 criando terror, eles foram obrigados a fugir por medo. acreditando que voltariam rapidamente e desta forma então, saíram, foram expulsos em torno de 800 mil palestinos do que hoje é o Estado de Israel."

Citação de um trecho da participação da Professora de História e Cultura Árabe/USP - Arlene Clemesha


" Pouca gente sabe que de 600 a 700 mil judeus foram expulsos dos países Árabes e chegaram a Israel. [...] tendo muitos que morar em acampamentos provisórios [...]"

Citação de um trecho da participação do Professor de História Judaica - Paulo Geiger

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Conhecendo mais a história...

"[...] Finalmente, em 1896 apareceria o livro Judenstaat ("O Estado Judaico") do jornalista vienense Theodor Herlz, que daria aos princípios do sionismo uma imagem coordenada, conjugando as diversas correntes sionistas, até então ideologicamente mal delineadas e incoerentes. Este movimento foi definido como sionismo político.

Escrevia Herzl em O Estado Judaico:

Talvez pudéssemos ser completamente absorvidos pelos povos em cujo meio vivemos, se nos deixassem em paz somente durante duas gerações. O caso é que não nos deixaram em paz.


Não considero a questão judaica uma questão social ou religiosa, ainda que, por vezes, assuma esses aspectos. A questão judaica é uma questão nacional; para resolvê-la, teremos, antes de tudo, de convertê-la num problema da política internacional, cuja solução deverá ser encontrada pelas nações civilizadas, em conselho comum.


Não há ninguém suficientemente poderoso ou rico para tranportar um povo de um lugar de residência para outro. Só uma idéia pode consegui-lo. E a idéia de um Estado possui essa virtude. Nas longas noites de sua história, não cessaram os judeus de sonhar este sonho dourado: "No ano vindouro, em Jerusalém". Esta é a nossa frase tradicional. Trata-se agora de provar que tal sonho pode converter-se numa idéia clara como a luz do dia.


O Estado judaico é uma necessidade universal; por conseguinte, ele surgirá. Se a geração atual é ainda demasiado apática, atrás dela virá outra, superior e melhor. Os judeus que o quiserem terão seu Estado e o merecerão.


Queremos finalmente viver como homens livres em nossa terra e morrer em paz em nossa pátria. O mundo ficará liberto pela nossa liberdade, enriquecido pela nossa riqueza e engradecido pela nossa grandeza.


Foi propício o momento do lançamento da idéia. Na França ressurgia o anti-semitismo conduzindo ao processo do capitão Dreyfus, em 1894. Na Alemanha divulgavam-se as primeiras teorias da superioridade racial. Na Rússia continuavam as perseguições legais e físicas. Criou-se até uma Internacional Antijudaica. E distribuiam-se pelo mundo os exemplares, tirados aos milhões, do livro anti-judaico. Os protocolos dos sábios de Sião. Não é de espantar, pois, que já um ano depois do lançamento do Judenstaat, no dia 29 de agosto de 1897, se inaugurava em Basiléia o Primeiro Congresso Sionista Mundial. Participaram dele, provenientes de todos os países da Europa, centenas de delegados judeus, burgueses e socialistas, ateus e ortodoxos, conservadores e liberais, europeus e orientais. Abrindo o conclave, Herlz declarou:

Queremos colocar a pedra angular do edifício que um dia abrigará a nação judaica.


O sionismo consiste em voltarem os judeus ao judaísmo ainda antes de regressar à sua pátria.


Somos um povo: nossos inimigos conseguiram essa unidade, embora sem nosso consentimento.


Mas a questão judaica não é nem social nem religiosa; é nacional. E só poderá ser resolvida se a tranformarmos em problema político mundial para que seja discutido e resolvido pelas nações civilizadas em reunião mundial.


Ao findar o congresso, escrevia Herlz no seu diário: Se eu resumisse o Congresso de Basiléia numa simples frase que tereio o cuidado de não proferir em público, esta seria: em Basiléia fundei o Estado Judaico. Afirmá-lo hoje seria expor-se à zombaria. Mas provavelmente daqui a cinco anos, e daqui a cinquenta anos com certeza, o Estado Judaico surgirá. A nota é datada do dia 30 de agosto de 1897, dia final do Congresso. No dia 30 de agosto de 1947, a Comissão Especial das Nações Unidas - "nações civilizadas em reunião mundial" - recomendou o estabelecimento do Estado Judaico na Palestina."

MARGULIES, marcos, Os Palestinos. 1º ed. Rio de Janeiro. editora documentário,1979 p. 63-65.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Momento de descontração e informação. - O Brasil na 1º Guerra Mundial e a Batalha das Toninhas.



"A neutralidade, contudo, foi mantida, como pode-se observar pelo decreto 12.458, de 25 de abril, que declarava o País neutro no conflito que se estabelecia entre as Potências Centrais e os Estados Unidos, que tinham entrado em guerra em 9 do mês, ainda em função da campanha submarina irrestrita. Essa decisão moderada não foi bem vista por todos. O povo foi as ruas, clamando por uma reação mais forte do Governo, posição que foi apoiada por políticos da oposição, como Rui Barbosa, que fez um discurso dizendo que o mero abandono da neutralidade não seria suficiente – nada além da entrada na Guerra satisfaria a nação. Rui Barbosa colocava ainda que a posição do Brasil era semelhante à dos EUA, perguntando se as vidas dos brasileiros valeriam menos do que as dos norte-americanos, já que eles tinham entrado na Guerra e nós não."

"Do ponto de vista do conflito externo, a situação continuava a mesma, a campanha de submarinos prosseguia e o Brasil tinha que manter seu comércio de exportação de café, de forma que novos confrontos eram inevitáveis. Os navios alemães apresados aqui faziam parte da “Lista Negra” aliada, o que permitia a sua apreensão pelos aliados, mas o Brasil fez um acordo com a França, arrendando 30 deles (com tripulações brasileiras) e passando a usar os 15 outros, retirados da lista negra. Os que não se encontravam muito sabotados por seus tripulantes alemães (recolhidos em campos de internação no Rio de Janeiro), foram imediatamente postos em uso no comércio exterior. Um desses, o Macau, ex-Palatia, em 18 de outubro estava com uma carga de café a 200 milhas do Cabo Finesterra, quando foi parado por um submarino alemão. O capitão do navio, seguido por seu despenseiro, foram a bordo do submarino com os papeis do cargueiro, sendo aprisionados (e nunca mais vistos). O navio em seguida foi torpedeado.

O conflito já existia de fato e só restava ao governo brasileiro reconhecer a existência do estado de guerra (o Brasil nunca declarou guerra a ninguém). Assim, o presidente Wenceslau Brás enviou em 25 de outubro de 1917 uma mensagem ao congresso, onde dizia: ... não haver como iludir a situação ou deixar de constatar o estado de guerra que nos é imposto pela Alemanha”. O Congresso, no dia seguinte, aprovava o decreto 3.361, onde se “reconhecia e proclamava o estado de guerra iniciado pelo Império Alemão contra o Brasil”.

BATALHA DAS TONINHAS

A chamada Batalha das Toninhas foi um evento ocorrido com a Marinha do Brasil ao largo de Gilbraltar, em Novembro de 1918, ao final da Primeira Guerra Mundial.

Os navios da Divisão Naval em Operações de Guerra (D.N.O.G) receberam ordens do Almirantado inglês para seguirem para Gibraltar. O almirante Pedro Max Fernando Frontin fora alertado para tomar cuidado, pois o enconuraçado HMS Britânia, designado para acompanhar a flotilha brasileira havia sido afundado por um submarino alemão, e havia um alerta da presença de mais submarinos na área.

Nesse Contexto, o Cruzador Bahia confundiu um bando de toninhas com o rastro do periscópio de um submarino alemão, resultando no ataque ao cardume. A carnificina resultou em um massacre em massa do cardume, e por consequência, os alemãs não se deram conta do engano, e abandonara o que seria o ataque aos brasileiros.

Há relatos de um Comandante Alemão que vendo o que teria acontecido, disse:

- Se eles fizeram isso com um grupo de golfinhos, imagina o que farão conosco!


quarta-feira, 5 de agosto de 2009


Achei bem interessante as informações que obtive quando lia sobre a expansão dos Estados Unidos em um livro didático de História Contemporânea (Trabalho e Civilização - Uma História Global) do Professor Doutor Ricardo Maranhão e a Mestre Maria Fernanda Antunes.

Confesso que o que me chamou mais atenção foi a area conquistada pelos EUA após uma guerra contra o México (1845-1848), como se pode ver no mapa. (só é clickar na imagem para amplia-la)

Curioso, analisando as imagens que já ví em videos de emigrantes mexicanos que tentam entrar "clandestinamente" no "território americano", onde dos quais muitos são presos ou até morrem durante o percurso, me lembrei da história dos Judeus e Palestinos e a terra em questão ("Estado de Israel") por esses povos.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Planeta Azul...


Meu amado planeta azul,
Lindo! Do Pólo Norte ao Sul.
Que teus inquilinos cuidem de ti,
Para as gerações que estão por vim...

Quero sempre te abraçar,
Procurando não te agredir, somente à te amar.
Que do raiar do sol até o seu pôr
Eu venha estar sempre aqui contigo,
Pois aqui sim, tú nos oferece um bom abrigo.

Espero que um dia na minha velhice
Eu não possa mais ver a burrice
Do homem ganancioso
Que inciste em te destruir
Feito um animal louco.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

No ar


Interessante como existem momentos em que nos deparamos com uma situação de querer tentar expressar algo que você sente mas não encontra palavras para descrever o sentimento. Por que isso acontece? Por instantes é até engraçado este fato, como você sente algo e não sabe explicar? Seria um reflexo do meio ou isto parte do interior do individuo? Será isso tudo apenas um produto de horas de reflexão sobre algo? Onde se encontra as respostas? Em si ou em outrem? Está aí uma curiosidade... Não sei se a questão é produtiva. Mas foi pensada.

domingo, 31 de maio de 2009

Bilhete azul

Tem nos teus olhos algo que me causa um descompasso erradio.
Um olhar que me toma por qualquer coisa de impaciência.
Teu rosto tão bonito me dói, de sentir saudade roxa e branca, de comum e da dobrada.
Teu meio-riso secreto atravessa mar, montanha.
Sentimento sobre o natural.
Cobiço algo entre te ter e cordialidade desmedida.
Estou no começo do meu desespero e só tenho duas saídas:
ou te alinho junto das coisas que falam uma coisa só ou viro doida.

(Fernanda Rodrigues)

(Foto: Fernanda Rodrigues)

sábado, 25 de abril de 2009

No Caminho até o lugar...


Por que quando penso em você o tempo para?
Não consigo não pensar em você, sua existência agora em meus pensamentos me faz questionar sobre o domínio que tenho sobre mim.
O seu olhar quebrou correntes que impediam que eu enxergasse um outro mundo.
Mas naquela noite, sentir você foi o suficiente para abrir o caminho para uma infinitude de pensamentos...
Infinitude? Sim! Não sou uma pedra! E se sou, já tenho seu nome marcado em mim.
Não sei se o tempo irá apagar, mas sei que não é fácil que isto aconteça.
Você se foi e não foi, mas será que eu fui com você?
Não sei se quero saber a resposta, talves seja melhor eu viver no meu mundo encantado.
Onde vivo em um lugar de sonhos e de uma vida inusitada.
Será que você lembra de mim? Pelo menos no meu mundo quero pensar que sim.


(Bruno Pinheiro)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

What Hitler Wants - Propaganda Soviética - 1941

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Assistindo apenas estas poucas propagandas é possível sentir um pouco da sensação do que foi a 2º Guerra Mundial.

O que me chama atenção nestes videos é o escracho em relação ao inimigo.

"Ele terá a baioneta, o rifle, chumbo quente!"

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

UM MITO?


O Mito da caverna foi uma forma de manifestar uma opinião do filósofo Platão em seu contexto de vida, porém, não se pode falar hoje que este texto escrito em sua obra "A república" é um mito, pois é a mais pura realidade do que acontece em nossos dias.
A sociedade vive acorrentada em "cavernas", e nota-se que infelizmente grande parcela gosta de viver neste lugar, muitas vezes sem ao menos saber desta situação em que se encontra, no olho do furacão. A ignorância que lhes são impostas tem seus canais de conexão entre o idealizador das idéias e os idiotas ignorantes que só absorvem os ideais sem ao menos terem consciência da necessidade de filtrar as informações ou costumes que são jogadas aos famintos, muitas vezes pelos grandes canais de comunicação em massa e principalmente pelo governo que usa todas as armas para impor o interesse do estado em manipular as pessoas no escuro da caverna como marionetes.
Com a religião não é diferente, tenta-se manipular uma grande massa, por ideologias doutrinárias que de certo modo, cegam as pessoas, tornando seres com visões muito limitadas e o mais perigoso, fanáticos. Podemos ver que a religião tem sido uma grande arma nas mãos de homens inteligentes, que sabem usar o conhecimento, sobre os pobres ignorantes. Não é dificil ver nos noticiários na contemporâneidade, homens que comentem atentados terroristas pela convicção imposta pela religião e política, mostrando assim, o seu lado irracional humano.
É sempre bom lembrar-mos dos ideais iluministas, pois podemos ver o que ocorre numa população, quando a capacidade de raciocinar criticamente vem a tona com atitudes que sobrepujam as dos grandes construtores das cavernas. Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Interessente, não?


Um exemplo de olhar crítico.

Hoje (02/02/09) se inícia mais um ano letivo.

Que venha.